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ESPORTIVA ESTÁ NA CALÇADA DA FAMA DE IPANEMA, NO RIO DE JANEIRO

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Uma camisa pertinente ao centenário da Sociedade Esportiva Sanjoanense, personalizada com o nome de Bellini, fez com que a homenagem aos 58 anos de nascimento da Bossa Nova – na Toca do Vinicius, em Ipanema, Rio de Janeiro -, se tornasse também noite de referência ao primeiro título mundial do futebol brasileiro.
A camisa foi levada pelo jornalista sanjoanense Leivinha, às mãos de Carlos Alberto Afonso, proprietário da Toca do Vinicius.
DUPLA COMEMORAÇÃO
Este 10 de julho de 2016, portanto, pode ser considerado um dia especial nos 23 anos de existência da Toca, o Centro de Referência da Bossa Nova no Rio, que vivenciou dupla comemoração com muita música, sob os olhares atentos de cariocas e visitantes da Cidade Maravilhosa. Há exatos 58 anos, a gravadora Odeon lançava o primeiro disco com gravação de músicas da Bossa Nova, o álbum de 78 rpm `Chega de Saudade´, interpretação de João Gilberto e acompanhamento da orquestra de Tom Jobim.
Quinze dias antes, em 24 de junho daquele mesmo ano, acontecia a redenção do futebol brasileiro, combalido com a perda do Mundial de 50 em pleno Maracanã: Bellini erguia em terras suecas a Copa do Mundo.
A Calçada da Fama de Ipanema, portanto, reviveu noite festiva recordando estas datas marcantes. Neste contexto, com toda certeza, estão incluídas a cidade de São João da Boa Vista e uma de suas glórias, a centenária Sociedade Esportiva Sanjoanense.
TOCA DO VINICIUS
Idealizada em 1993 pelo ex-professor de literatura Carlos Alberto Afonso, a Toca do Vinícius, além do acervo pertinente à Bossa Nova, produz uma “Calçada da Fama”, onde estão imortalizadas as mãos de Pixinguinha, Oscar Niemeyer, Carlos Lyra, Menescal, Chacrinha, Tônia Carrero, Grande Otelo, Marlene, Chico Buarque, Zico e outros deuses, gravadas em cimento.
Em 2008, as mãos de Bellini passaram a fazer parte do patrimônio. “Como nosso capitão já estava doente para viajar, fui a São Paulo levando o caixilho de madeira, o cimento e a colher de pedreiro. Realizei a operação. Imprimi na massa as mãos que primeiro levantaram a Copa para o Brasil”, salienta Carlos Alberto, que, além de vascaíno, diz com muita convicção ter se tornado torcedor da Sociedade Esportiva Sanjoanense, entre muitos sorrisos.
 
FOTOS 1: Leivinha Oliveira, representando a Esportiva, entrega a Carlos Alberto Afonso a camisa personalizada da rubro-negra.
FOTO 2: Manto sagrado da Sociedade Esportiva Sanjoanense chega ao Centro de Referência da Bossa Nova, no Rio de Janeiro.
FOTO 3: Mãos de Bellini, em cimento, agora também fazem parte do patrimônio da Toca do Vinicius.

 

 

 

 

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